Suelen (Susu) - Espírito Santo
Onde estás, doce irmã?
Que tempestade e ciclone te levaram tão longe?
Por que tua voz silenciou como melodia esquecida e teu rosto sumiu qual estrela que se despede de um sistema?
Como pode a vida ser tão vazia sem a possibilidade de tua presença entre nós?
Como pode a vida ser tão vazia sem a possibilidade de tua presença entre nós?
Certa noite, consegui sair em forma leve e etérea e percorri algumas ruas de Vitória buscando te encontrar.
Em certas esquinas, encontrei fantasmas; em algumas praças, restos mortais de prisioneiros da paixão; num bar, esbarei com vampiros e lobisomens. Mas pude vislumbrar formas luminosas e até conversei com enfermeiras e médicos em serviço abnegado e silencioso.
Chamei seu nome e temi assustá-la com vozes sem emissor visível. Não podia perturbar teu sono. Queria apenas te encontrar e saber que onde estavas depois de tanto tempo.
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Minha Irmã, Meu Canto, Marcos Kalzone
Obra registrada e protegida.
© 2008 Marcos Kalzone
Todos os direitos reservados.
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jessica pinups 8
KYRIA-SULIANI
Não faz muito tempo. Apenas radiantes e eternos vinte anos. Neles, eu te amei e fui a própria felicidade. E foste aurora e fulgor do paraíso que se fazia realidade na Terra.
Sim, radiantes e eternos anos, pois teu ser era luz, paz e ternura. Como te esquecer, se estás nas coisas belas e deliciosas que me cercam?
Sinto ainda o teu perfume quando a manhã se anuncia. E, por isso, és eterna porque permaneces em tudo mesmo não estando materialmente aqui.
Nós sbemos que o corpo é uma vestimenta de uma dimensão, de um plano de existência. Há outros corpos, outras energias conosco, algumas estão adormecidas, outras estão mais ou menos despertas. Devemos cuidar de tudo com zelo e respeito. Sim, a criação não pode ser amaldiçoada, deve ser amada para melhorar e evoluir conosco. Somos peças e engrenagens de uma mesma máquina: o Universo. As leis estão aí, aqui e acolá. Ninguém foge da lei.
O teu corpo, como poema da beleza celeste, levou-me aos campos do delírio e do gozo. Teus beijos enlouqueciam-me, tua língua me envenava e teu hálito cheiroso e quente fazia-me escalar céus inomináveis.
A tua face sedosa, rosto de anjo e fada, canção agradável que às vezes apagava o sol, enchia-se de luminoso sorriso, desafiando o tempo e o espaço.
Os teus braços laçavam-me caprichosamente e teus peitos roçavam lascivamente o meu tórax, provocando-me, convidando-me, incitando-me a tomá-los, estes deliciosos pomos de abençoada fruteira no bosque de Eros.
(CONTINUA)
(CONTINUA)
Água de côco, Marcos kalzone.
Obra registrada e protegida.
© 2008 Marcos Kalzone
Todos os direitos reservados.
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DICIONÁRIO
Pomo: s.m. (plural: pomos) 1. Fruto carnudo. 2. Maçã. 3. Seio de mulher. - AGORA, TOME A ACEPÇÃO, O SIGNIFICADO QUE VOCÊ QUISER, POIS NOTE QUE NENHUM É DISPENSÁVEL NO CASO DA BELA SULIANI.
APOIO CULTURAL:

Não se pode separar a paz da liberdade, porque ninguém pode estar em paz consigo mesmo se não é livre.
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SEXTA-FEIRA MÁGICA, ABENÇOADA, ALEGRE, PODEROSA!
SUCESSO TOTAL!!!



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